Balfourodendron riedelianum (Pau Marfim)

Texto produzido pela Acadêmica Aline Angeli
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 11/11/2005

1. Introdução

O pau-marfim é uma árvore de grande porte, muito apreciada e valorizada no mercado, fornecedora de madeira clara e de boa qualidade. Em território brasileiro, há registros de ocorrência nos Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em altitudes que variam de 70 a 1.100 metros e temperaturas médias anuais de 16,2 a 22,3C (Carvalho, 1994).

O pau-marfim encontra-se na lista de espécies ameaçadas de extinção no Estado do Paraná. Em São Paulo, estão sendo realizados trabalhos de conservação genética em populações in situ e ex situ nas reservas florestais (Siqueira & Nogueira, 1992).

A Embrapa Florestas realizou testes de origem em vários locais, observando grandes variações de crescimento entre os plantios. O melhor desempenho foi atribuído a Tenente Portela – RS e o pior, para Teixeira Soares – PR. Essa heterogeneidade observada nos plantios indica que há possibilidade de melhoramento genético.

2. Taxonomia

Segundo o Sistema de classificação de Cronquist:

Família: Rutaceae
Espécie: Balfourodendron riedelianum (Engler) Engler, Engler et Prantl, Natürl.
Sinonímia botânica: Esenbeckia riedeliana Engler e Helietta multiflora Engler.
Nomes vulgares: farinha-seca, farinha-seca-branca, gramixinga, guamuxinga, guarataia, guatambu, guatambu-branco, guataio, guaximinga, marfim, mucambo, pau-chumbo, pequiá-branco, pereiro-preto, pau-cetim, pau-liso, pequiá-marfim, pequiá-mamão e pequiá-mamona.

3. Aspectos ecológicos

O pau-marfim é uma espécie longeva, pertencente ao grupo sucessional secundária tardia (Durigan & Nogueira, 1990), frequente em capoeirões e em floresta secundária, podendo surgir também em pastagens e, nesse caso, apresenta comportamento de espécie antrópica.

As principais regiões fitossociológicas onde ocorre o pau-marfim são Floresta Estacional Semidecidual, formação Submontana e Floresta Estacional Decidual. Entretanto, essa espécie pode ser encontrada, em menor freqüência, na Floresta Ombrófila Mista (Floresta com araucária) e Floresta Ombrófila Densa, no alto da bacia do rio Ribeira (Carvalho, 1994).

4. Descrição

Quando adulta, a árvore atinge entre 6 a 20m de altura e diâmetro (DAP) entre 30 a 50 cm. Em alguns casos pode atingir 35 m de altura e 100 cm de DAP. Seu tronco é reto e cilíndrico, algumas vezes levemente tortuoso, apresentando fuste de até 15 m de altura. Perde as folhas durante a estação seca, pois trata-se de uma essência caducifólia. Contudo, supõe-se que esta espécie apresenta diferentes ecotipos porque freqüentemente são encontrados indivíduos com folhagens, mesmo em estação de descanso fenológico (Gartland & Salazar, 1992).

A copa é, geralmente, larga e arredondada, com ramificação racemosa. Porém, podem ser também observados indivíduos com copas irregulares e achatadas (Carvalho, 1994).

A casca externa é cinza a parda-acinzentada, com textura variando de lisa a áspera e repleta de lenticelas branco-amareladas, distribuídas longitudinalmente. Na casca externa verificam-se ainda cavidades de 2 a 3 cm de diâmetro, que se desprendem, sendo estas características da espécie e importantes para sua identificação. A casca interna possui coloração esbranquiçada, é dura e apresenta textura arenosa (Carvalho, 1994).

As folhas são compostas trifoliadas e apresentam disposição oposta. O pecíolo mede de 3 cm a 12 cm de comprimento, com folíolos de lâminas elípticas e subglabras que medem de 5 a 12 cm de comprimento por 2,5 a 4,5 cm de largura. Em regeneração natural os folíolos podem atingir até 20 cm de comprimento, sendo, em todos os casos, o central maior que os laterais e com pontos pretos e domáceas nas axilas. Pode-se observar pontos translúcidos nas folhas e, freqüentemente, manchas fúngicas douradas (Carvalho, 1994).

As flores são bissexuais, de coloração branco-amarelada, medindo de 2 a 3 mm de comprimento e se dispõem em panículas de 5 a 10 cm, bastante ramificadas. O ovário apresenta quatro carpelos e quatro lóculos, com duas séries de óvulos cada (Carvalho, 1994).

Os frutos são do tipo tri-sâmara, indeiscentes, lenhosos, coriáceos, secos e com quatro asas grandes, verticalmente radiadas. Possuem coloração verde quando ainda são imaturos e amarela a acinzentada quando maduros. Os fruto apresentam dimensões de 5 a 25 mm por 20 a 25 mm.(Silva & Paoli, 1996).

As sementes são elipsóides, bitegumentadas e ricas em substâncias lipídicas, que se acumulam nos cotilédones. Podem medir até 9 mm de comprimento, sendo encontradas de uma a quatro por fruto. Em caso de aborto, os lóculos são encontrados vazios (Carvalho, 1994).

5. Informações sobre reprodução e fenologia

O pau-marfim é uma planta hermafrodita, cuja polinização possivelmente é feita por insetos pequenos (Morellato, 1991).

Os frutos são disseminados pelo vento e apresentam grande dispersão (Eibl et al.,1990).

A floração e a frutificação se iniciam quatro anos após o plantio em solos férteis, mas, em regeneração natural, esse processo ocorre por volta dos quinze anos de idade (Durigan et al., 1997). Observou-se que o ciclo reprodutivo, compreendendo floração e frutificação, ocorre em períodos distintos nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. De agosto a dezembro ocorre floração no Paraná, de setembro a janeiro, em São Paulo, de setembro a fevereiro, no Rio Grande do Sul, de outubro a janeiro, em Santa Catarina e de março a abril, em Minas Gerais. Nesses Estados, a frutificação se dá entre maio e setembro, em São Paulo, em junho, no Rio Grande do Sul, de junho a outubro, no Paraná e de novembro a dezembro em Minas Gerais (Carvalho, 1994).

6. Ocorrência natural

Balfourodendron riedelianum ocorre naturalmente no Brasil, Argentina e Paraguai (Carvalho, 1994). No Brasil, a área de ocorrência natural do pau-marfim envolve os Estados de Minas Gerais (Bernardo, 1997), Paraná (Souza et al., 1997), Espírito Santo (Thomaz et al., 2000), Santa Catarina (Negrelle & Silva, 1997), Rio Grande do Sul (Longhi, 1997), São Paulo (Durigan & Leitão Filho, 1995) e Mato Grosso do Sul (Souza et al., 1997), compreendendo latitude de 20 S (Minas Gerais) a 29 40’ S (Rio Grande do Sul). Ocorre em altitudes de 70 a 1.100 metros.

7. Clima

O pau-marfim ocorre sob os tipos climáticos subtropical úmido, subtropical de altitude, e temperado úmido. A precipitação anual média é de 1.000mm (São Paulo) a 2.200mm (Santa Catarina), sendo que na região Sul, exceto para o norte e noroeste do Paraná, as chuvas são uniformemente distribuídas ao longo do ano e, nas regiões Sudeste e Centroeste, são periódicas e concentradas no verão.

Essa espécie desenvolve-se bem em temperatura média anual de 16,2C (Castro – PR) a 18,7C (Jaú – SP). Suporta geadas, em média de 0 a 13 por ano (Carvalho, 1994).

8. Solo

O pau-marfim é uma espécie exigente, pois ocorre em solos de alta fertilidade química, profundos, bem drenados e com textura variando de franca a argilosa. Porém, tolera solos úmidos e pedregosos.

9. Sementes

Para obtenção de sementes, colhem-se os frutos no solo, quando estes já estão maduros. Como retirar as sementes de dentro dos frutos é uma operação trabalhosa, semeia-se o fruto com as asas cortadas manualmente. Cada quilograma de frutos contém cerca de 2.460 unidades (Lorenzi, 1992).

A dormência das sementes de pau-marfim pode ser superada colocando-se os frutos, já com as asas cortadas, em água fria durante 24 horas. Alguns autores sugerem escarificação mecânica ou estratificação (Carvalho, 1994).

O poder de germinação inicial dos frutos de pau-marfim é de 37%. Quando armazenados em sacos plásticos em condições de ambiente não controlado ou em câmara fria, as porcentagens caem para 7% e 31%, respectivamente, considerando o período de um ano (Carvalho, 1978).

10. Produção de mudas

A produção de mudas pode ser feita em viveiro, semeando-se dois frutos em sacos de polietileno com dimensões de 20 cm de altura e 7 cm de diâmetro ou em tubetes grandes de polipropileno. A germinação ocorre entre 27 a 150 dias após a semeadura e a taxa média de germinação dos frutos é de 50%. Duas ou três semanas após esse evento, procede-se a repicagem, pois de cada fruto podem germinar até quatro plântulas. Como o crescimento em viveiro é lento, as mudas ficam prontas para o plantio definitivo em campo após oito meses.
O substrato adequado para o desenvolvimento dessa espécie deve conter solo com matéria orgânica e fertilizantes.

Pode-se produzir mudas a partir de propagação vegetativa. Enxertos produzidos empregando-se o método da borbulhia apresentaram 100% de pegamento, enquanto que o método da garfagem apresentou 38% de êxito (Gurgel Filho, 1959).

Estudos realizados na Argentina apontam resultados satisfatórios utilizando-se o método de micropropagação (Carvalho, 1994).

11. Aspectos silviculturais

Balfourodendron riedelianum é uma espécie florestal semi-heliófila, ainda que tolere sombreamento moderado nos primeiros estágios. Quando jovens são medianamente tolerantes ao frio e quando adultas, em populações naturais, toleram temperaturas de até 8C negativos.

Na fase jovem, o crescimento do pau-marfim é monopodial, característica que proporciona fustes bem definidos. Os galhos são dispostos em pseudo-verticilos e apresentam desrama natural, tanto em plantios mistos, como em puros. Recomenda-se, porém, o manejo de podas se o objetivo for obtenção de toras para laminação (Carvalho, 1994).

Os métodos de regeneração para os povoamentos de pau-marfim comumente utilizados são pequenos plantios puros a pleno sol, desde que em áreas livres de geadas e com solos férteis ou em plantios mistos, associados às espécies pioneiras.

Outra característica importante para a silvicultura dessa espécie é a capacidade de brotação a partir da touça, após o corte, indicando a possibilidade de aplicação do sistema de talhadia.

12. Crescimento e produção

O pau-marfim é uma espécie de crescimento lento. A maior produtividade volumétrica verificada em povoamentos implantados foi de 12m³/ha/ano, aos vinte e seis anos de idade (Garrido et al., 1982).

13. Pragas e doenças

Essa espécie é atacada principalmente por Brenthus e Anchoragus , da Família Brentidae, e por várias espécies das famílias Scolytidae, Platypodidae e Cerambycidae. Tais insetos atacam as árvores de pé, provocando perfurações na casca, atingindo câmbio e alburno, locais onde formam galerias (Arboles..., 1990).

Nas praças de Curitiba – PR foi observado ataque de Ceroplastes grandis (cochonilha) em 100% dos indivíduos de pau-marfim (Trindade & Rocha, 1990).

14. A madeira

A madeira de pau-marfim possui massa específica aparente entre 0,80 e 0,90g/cm³, a 15% de umidade e massa específica básica entre 0,69 a 0,73 g/cm³. Trata-se, portanto, de uma madeira densa (Jankowsky et al., 1990).

O alburno não possui demarcação bem definida e sua coloração pode ser branca ou levemente amarelada. O cerne é branco-palha-amarelado, escurecendo para amarelo-pálido uniforme. De modo geral, esta madeira apresenta superfície lisa, medianamente lustrosa, textura fina e grã geralmente regular(Carvalho, 1994).

A durabilidade natural dessa madeira é baixa para apodrecimento e ataque de organismos xilófagos, devendo ser descascada, serrada e estaleirada logo após o corte. Contudo, a baixa resistência pode ser amenizada, pois essa madeira é permeável aos tratamentos preservantes, em autoclave.

Trata-se de uma madeira flexível, podendo ser serrada e trabalhada sem dificuldade.

15. Usos e preço da madeira

A madeira de pau-marfim pode ser usada para fabricação de móveis de luxo, molduras, guarnições internas, portas, artefatos domésticos, peças torneadas, laminados decorativos, tacos para assoalhos, carpintaria e marcenaria em geral (Lorenzi, 1992).

Os preços da madeira laminada de pau-marfim no mercado atacadista da Grande São Paulo foi cotado em R$10,58/m², em maio de 2005 (Florestar Estatístico, 2005).

16. Outros usos

As folhas de pau-marfim possuem 22% de proteína bruta e 1,6% de tanino, podendo ser utilizadas na alimentação animal (Leme et al., 1994).

A árvore pode ser utilizada em projetos paisagísticos de parques e praças, bem como em reflorestamento para recuperação ambiental (Lorenzi, 1992).

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