|
Dados da Espécie
Especificações Gerais
|
| Familia: |
Caesalpinieae |
| Nome Científico: |
Peltophorum dubium(Spreng.) Taub. |
| Nomes Comuns: |
canafístula, acácia amarela, amendoim, amendoim bravo, amendoim falso, angico, angico amarelo, angico bravo, angico cangalha, angico vermelho, barbatimão, cabeça de negro, cambuí, camurça, canafiste, canafrista branca, canafrístula, cancença, canela de veado, canhafístula, caobi, cássia amarela, farinha seca, faveira, faveiro, favinha, guarucaia, ibirá, ibirá puitá, jacaranda de flor amarela, madeira nova, monjoleiro, pau vermelho, quebra serra, sobrasil, tamboril, tamboril branco, tamboril bravo, tambori. |
| Crescimento: |
árvore |
| Grupo Ecológico: |
oportunista |
| Ocorrência: |
floresta estacional semidecídual , cerrado , floresta estacional decidual |
| Distribuição Geográfica: |
AL BA ES GO MG MS PB PE PR RJ RS SC SE SP |
| Dispersão: |
anemocoria |
| Polinização: |
melitofilia |
| Floração: |
DEZ JAN FEV |
| Frutificação: |
MAR ABR |
Utilização
|
| Utilizada para: |
Construção
Celulose
Paisagismo
|
Dados do Caule
|
| Tipo de Copa: |
globosa |
| Densidade da Madeira: |
0,69 |
| Observações: |
Quando jovem, apresenta lenticelas abundantes. |
Dados da Flor
|
| Número de Pétalas: |
5 |
| Tamanho da Flor: |
2 |
| Cor: |
amarela |
| Estrutura: |
cacho |
| Tipo: |
Inflorescencia
|
| Sexual: |
cacho |
| Observações: |
Corola vermelho vivo ou alaranjado, com até 2 cm de comprimento, em vistosas panículas ou racemos terminais ferrugíneos, tomentoasas, até 30 cm de comprimento. |
Dados da Folha
|
| Estrutura: |
paripinada |
| Tipo: |
Composta
|
| Forma da Folha: |
oblonga |
| Tamanho da Folha: |
22 x 50 |
| Inserção: |
alterna |
| Consistência: |
coriácea |
| Contem: |
Estipulas
Nervação
Pilosidade
|
| Observações: |
A nervação é nítida, saliente na face inferior, peninérvia e bastante ramificada. O cheiro é indistinto e o sabor levemente amargo. As folhas apresentam estípulas caducas. As folhas são de coloração verde-escura. Os folíolos apresentam ápice acuminado e base desigual. |
Dados do Fruto
|
| Tipo do Fruto: |
vagem |
| Estrutura: |
Seco
|
| Cor do Fruto: |
marrom |
| Tamanho: |
7 |
| Deiscencia: |
não |
| Periodicidade: |
anual |
| Observações: |
Legume plano, com nervuras predominantemente no sentido longitudinal, com uma a três sementes por fruto no sentido longitudinal. |
Dados sobre Pragas e Doenças
|
| Descrição da Doença: |
As famílias de Lepdoptera, Saturnidae (Molippa sabina) e Geometridae, causaram desfolhamento total em povoamentos puros com menos de um ano de idade em plantios no sudoeste do Paraná. Os serradores cerambicídeos Oncideres ulcerosa e Oncideres dejani, também causaram danos em plantios. |
Dados das Sementes
|
| Cor da Semente: |
marrom |
| Tamanho: |
1 |
| Quantidade: |
2 |
| Observações: |
Sementes alongadas, duras, oblonga, achatada, com superfície lisa brilhante. |
Técnicas em Viveiro
|
| Beneficiamento: |
Os frutos devem ser colhidos quando mudarem de coloração verde escuro para marrom claro acinzentado. |
| Sementes por Kilo: |
14700 |
| Dormência: |
sim |
| Quebra da Dormência: |
As sementes apresentam forte dormência tegumentar que pode ser superada através de: a) escarificação mecânica por tempos de 2 a 5 minutos ou 30 minutos e escarificação com papel de lixa. b) o corte do tegumento na região oposta á da emergência da radícula ou do corte do tegumento na região radicular. c) imersão em ácido sulfúrico concentrado por tempos de 2 a 10 minutos, 20 minutos ou por 30 minutos. d) imersão em água ambiente por 24 horas. Tratamentos de imersão em água quente fora do aquecimento (70C a 95C) não são eficientes para superar a dormência. Em ambientes naturais, a quebra da dormência, é ocasionada pelo aumento repentino da temperatura do solo por ocasião da abertura de clareiras na floresta. |
| Quebra Natural: |
82 meses |
| Quebra Câmara: |
25 meses |
| Propagação: |
enxertia |
| Condução: |
pleno sol |
| Formação: |
a 30 cm em 5 meses |
| Tolerância: |
sim, 5 semanas após a germinação |
| Plantio: |
Apresenta crescimento rápido. Em espaçamento 3 x 2 m a média da porcentagem de plantas vivas foi de 85%. |
| Conservação: |
Muito ameaçada. |
Bibliografia
|
CARVALHO, P.E.R. Espécies florestais brasileiras. Recomendações Silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA-CNPF. Brasília. 1994. 640p.
ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. & POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de Identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa. Ed. Plantarum. 1992. 352p.
|
|
|