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Edição 07 – 23 de fevereiro de 2010_ |
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PTSM completa 15 anos em 2010 A
idéia de criar o então PTCM partiu do professor José Leonardo de Moraes
Gonçalves, que apostava no potencial do cultivo mínimo do solo. Gonçalves é
coordenador científico do programa e atual chefe do Departamento de Ciências
Florestais da Esalq/USP. Também estiveram à frente dos
trabalhos os engenheiros florestais Luiz Moro, Vanderlei Benedetti, Silas Zen
e José Luiz Gava. Outros professores e pesquisadores tiveram papel importante
na consolidação do programa, destacando-se Fernando Seixas, José Luiz Stape e
Jean-Paul Laclau. O
experimento que deu origem ao PTCM foi instalado em uma área de reforma
florestal de Eucalyptus grandis. Ele avaliou o quanto a queima, a remoção
dos resíduos florestais, o preparo mínimo e intensivo do solo influenciava a
ciclagem de nutrientes, a fertilidade do solo e o crescimento das árvores. Em
1996, o experimento foi integrado a uma rede internacional de pesquisa do Center for International Forestry Research
(CIFOR). Atualmente,
a rede experimental do PTSM conta com 20 experimentos, que estão divididos
nas áreas de fertilidade do solo e nutrição, conservação e preparo do solo,
controle de qualidade de práticas silviculturais e viveiros florestais. A
atual coordenação técnica do programa é formada por Ana Paula Pulito e José
Carlos Arthur Junior. “As pesquisas são planejadas dentro de contextos
regionais ou locais. Visamos minimizar a dependência tecnológica externa,
tornando a silvicultura brasileira mais competitiva internacionalmente”,
afirma o professor Leonardo. Cultivo Mínimo Forma
não convencional de cultivo, a técnica de cultivo mínimo consiste na
manutenção dos resíduos vegetais – serapilheira e sobras da colheita – sobre
o solo, seguido do preparo localizado do solo nas linhas ou covas de plantio.
Esse
sistema ganhou força no final da década de 80 e início da década de 90,
quando se tornou necessária a adoção de procedimentos conservacionistas para
o manejo do solo, como o mínimo revolvimento e exposição do solo e a abolição
da queima como forma de limpeza dos terrenos. Outros resultados A
publicação de dois livros, editados pelo IPEF, ilustra algumas das linhas de
pesquisa do PTSM. São eles: “Nutrição e Fertilização
Florestal” (org. Gonçalves & Benedetti, 2000), traduzido para o
inglês como “Forest
Nutrition and Fertilization” (trad. Ken McNabb), e “Conservação e Cultivo de Solos para Plantações Florestais” (org. Gonçalves & Stape,
2002). Nesses
15 anos, mais de 30 estudantes desenvolveram pesquisas dentro do programa,
entre doutores, mestres e estagiários, resultando na defesa e na publicação
de mais de 20 dissertações de mestrado e teses de doutorado. Dessa
forma, o PTSM tem funcionado como um consórcio eficiente de integração universidade-empresa. Evento A
promoção de eventos também marca os 15 anos de atividades do PTSM, que
realiza reuniões técnico-científicas, excursões internacionais, seminários,
simpósios e cursos extras na área de silvicultura e manejo. A
40ª reunião do programa acontece nos dias 15 e 16 de abril, em Ribas do Rio
Pardo, MS, sob o tema “Controle de Plantas Daninhas” e é restrita às empresas
ligadas ao PTSM. |
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