Acacia mangium (Acácia)

Texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 06/03/2007

O gênero Acacia, com aproximadamente 2.000.000 ha plantados em todo o mundo, apresenta uma relevante importância do ponto de vista social e industrial no reflorestamento. As espécies de maior utilização são Acacia mangium e Acacia auriculiformis sendo suas produções direcionadas para polpa de celulose, madeira para movelaria e construção, matéria-prima para compensados, combustível, controle de erosão, quebra-vento e sombreamento (MARSARO JR,s.d.).

De acordo com Galiana et al. (2002) apud Tonini e Vieira (2006), a Acacia mangium é a espécie florestal mais plantada, com uma área comercialmente explorada no planeta de aproximadamente 600 mil hectares. Atualmente, é a mais utilizada no Sudeste Asiático, principalmente na Indonésia e na Malásia.

A espécie é uma leguminosa pioneira e vem despertando a atenção dos técnicos e pesquisadores pela rusticidade, rapidez de crescimento e, principalmente, por ser espécie nitrificadora (VEIGA et al.,2000).

O interesse também parte por ela apresentar significativa capacidade de adaptação às condições edafoclimáticas brasileiras (ANDRADE et al., 2000), sobretudo em solos pobres, ácidos e degradados produzindo elevada quantidade de madeira com baixa acumulação de nutrientes. Assim, a espécie destaca-se em programas de recuperação de áreas degradadas (RAD) e representa uma opção silvicultural para o Brasil (BALIEIRO et al.,2004).

A acácia é uma espécie nativa da parte noroeste da Austrália, de Papua Nova-Guiné e do oeste da Indonésia, com potencial para cultivo nas zonas baixas e úmidas, cuja madeira apresenta usos variados, entre eles a construção civil e de móveis (SMIDERLE,2005).

Família: Mimosaceae
Espécie: Acacia mangium
Sinonímia botânica: Racosperma mangium Willd
Outros nomes (vulgares): acácia-australiana, acácia, cássia

Aspectos Ecológicos

Árvore perenifólia, apresenta crescimento rápido com vida média de 40 anos.

A Acacia mangium é uma espécie típica de terrenos pouco elevados que, atrás dos mangues, ocupa zonas pantanosas estacionais, lagos bem drenados e montes e é frequentemente encontrada em solos de escassa fertilidade (DORAN e SKELTON,1982).

A espécie é agressiva, podendo, por alelopatia, impedir a germinação de outras espécies (INSTITUTO HÓRUS,s.d.) e um espectro de tolerância muito grande o que adaptar praticamente a quase todos os ambientes (BARBOSA,2002).

Informações Botânicas

Morfologia

A acácia é com freqüência uma árvore de grande porte que pode alcançar uma altura de 25 a 30 m, com um tronco reto que pode superar a metade da altura total da árvore.

Seu tronco ereto, possui coloração cinza-pardo, com casca pouco saliente e levemente sulcado longitudinalmente. Quanto a ramificação, apresenta-se fina, horizontal, espaçada, formando copa ovalada com folhagem densa (INSTITUTO HÓRUS,s.d.).

As folhas são simples e alternas, em ramos verdes e alados, dispostos espiriladamente, ovalado-lanceoladas ou ovalado-alongadas, largas, coriáceas, de pecíolo curto, ápice alongado, com nervuras salientes partindo da base, de 12-18cm de comprimento. Elas são filódios permanentes que não evoluíram, não dando origem às folhas verdadeiras que deveriam ser pinadas (INSTITUTO HÓRUS,s.d).

Segundo o Centro de Pesquisa Agroflorestal de Rondônia – CPAFRO (2004), as flores encontram-se dispostas em espigas soltas de 10 cm de comprimento, solitárias ou unidas nas axilas superiores. As flores são pentâmeras, com cálice de 0,6-0,8 mm de comprimento, com lóbulos obtusos curtos, corola duas vezes tão longa quanto o cálice.

Os frutos são do tipo vagem, espiralados ou torcidos, marrons, curtos, deiscentes, com sementes pretas, pequenas, pendentes na vagem por um filamento amarelo, formadas de setembro a novembro (INSTITUTO HORUS,s.d). Eles são lineares quando verdes, com 3- 5mm de largura, alcançando 7-8cm de comprimento (BARBOSA,2002).

As sementes são lustrosas e podem ter o formato elipsóide, oval ou mesmo oblongo (2,5-3,5mm), dentro de uma coloração variando sempre dentro da tonalidade alaranjada (BARBOSA,2002).

Ocorrência

Nativa do norte do Estado de Queensland, na Austrália, Papua Nova Guiné e ilhas de Irian Java e Molucas, na Indonésia (TONINI e VIEIRA, 2006).

As latitudes da área de distribuição estão compreendidas entre 1° a 19° S, e os principais populações se encontram a uma altitude que vai desde a próxima ao nível do mar até os 100 m, com um limite superior conhecido de 720 m (DORAN e SKELTON,1982).

Clima

A espécie pode suportar temperaturas médias mínimas de 12 a 25ºC e médias máximas de 31 a 34ºC (BARBOSA,2002).

A área de distribuição desta espécie corresponde principalmente a zona de clima tropical úmido, com um curto período de seca no inverno e uma precipitação anual total elevada. As temperaturas próximas da região costeira são altas e uniformes durante todo o ano. A precipitação percentual média é de aproximadamente 2.100 mm. A. mangium tem preferência por lugares com chuvas abundantes e as separações na distribuição da espécie poderiam estar diretamente relacionadas com as faltas de precipitação (MARINHO et al, 2004).

Solo

A planta é adaptável para uma ampla gama de solos ácidos, pH 4,5–6,5, inclusive tolerando solos de baixa fertilidade ou com baixa drenagem. Cresce em solos com teor de fósforo muito baixo (MARINHO, et al., 2004) e é pouco adaptada, a solos calcários (TONINI e VIEIRA, 2006).

De acordo com Dias et al. (1990) apud Baliero et al. (2004), sua ampla capacidade de adaptação é advinda de características como o rápido crescimento, baixo requerimento nutricional, tolerância a acidez do solo e compactação e a elevada taxa de fixação de N2, quando em simbiose com bactérias diazotróficas , que resultam em produções elevadas de biomassa e entrada de nutrientes, via serrapilheira, em áreas degradadas, podendo favorecer a sucessão vegetal nessas áreas.

Essa espécie apresenta grande potencial para aportar matéria orgânica, nitrogênio e bases trocáveis no solo, além de produzir serrapilheira de baixa relação C/N. Essas propriedades influenciam de forma positiva a manutenção da atividade biológica e a ciclagem de nutrientes em solos degradados. Os valores expressivamente altos de serapilheira que esta espécie pode depositar no solo permitem a formação de reservatório de matéria orgânica e nutrientes, essencial para o processo de revegetação (MARINHO, et al.,2004).

Pragas e Doenças

Segundo Lee (2004) apud Tonini e Vieira (2006), a A. mangium é altamente suscetível à podridão-do-lenho ou cerne, que está relacionada à permanência de galhos mortos na planta e à presença de ferimentos, o que propicia a invasão do complexo de fungos que causa a podridão-do-lenho. A presença de ferimentos tem sido considerada fator importante, pois A. mangium tem dificuldade em formar uma zona de proteção efetiva.

A doença é de natureza complexa, atribuindo-se como causa a invasão por diversas espécies de fungos que causam apodrecimento. Quando verificada em alta incidência, pode comprometer a exploração comercial, por causar mortalidade de árvores e afetar a qualidade da madeira; entretanto, com pouca significância na produção de polpa para celulose. As perdas em volume de madeira, em árvores afetadas pela podridão-do-lenho, podem atingir índices de até 63,8% (VIEIRA et al,2006).

De acordo com Lee (2002) apud Vieira et al. (2006), a podridão-do-lenho é mais freqüente em árvores mais velhas, porém danos podem ser observados em plantas com menos de 44 meses de idade. Em levantamento realizado na Indonésia, Barry et al. (2004) verificaram 46,7% de árvores de oito anos com podridão-do-lenho, enquanto outros autores observaram incidência entre 50 e 98% (VIEIRA et al, 2006).

No Brasil, VIEIRA et al. (2006) relataram pela primeira vez a podridão-do-lenho em A. mangium, ocasionando perdas significativas. A existência de grandes áreas plantadas com A. mangium em Roraima, em florestas destinadas ao uso em produtos serrados, torna necessário o desenvolvimento de sistemas silviculturais que possibilitem melhorar a qualidade da madeira e reduzir perdas decorrentes da podridão-do-lenho.

Em plantios silviculturais podem existir muitos problemas com ataque de insetos nas folhas (desfolhamento e/ou deterioração de parte da estrutura foliar) (BARBOSA, 2002).

Os danos observados vão desde desfolhamentos, reduções de altura e até morte das árvores. Os principais insetos causadores desses danos são besouros, lagartas e formigas. Já foram observados os seguintes insetos danificando os plantios comerciais de A. mangium: o besouro-amarelo Costalimaita ferruginea e a mosca branca Bemisia tabaci (MARSARO JR,s.d.).

Segundo NAS (1983) apud Barbosa (2002), de modo geral, a experiência de outros países indica que os indivíduos adultos podem ter formigas do gênero Camponotus sp formando galerias no cerne da estrutura do caule em árvores jovens, prejudicando o desenvolvimento da planta ou mesmo levando-a à morte.

A Madeira

A madeira da Acacia mangium apresenta densidade básica que varia de 420 a 500 kg/m³, considerada dura, de cerne marrom-claro e alburno creme-claro, podendo ser facilmente serrada, aplainada, polida (LEILLES et al.,1996), colada, pregada e receber tratamento preservativo como o CCA para aumentar sua durabilidade em contato com o solo.

O poder calorífico da madeira está numa faixa de 4.800 a 4.900 kcal/kg (LEILLES et al.,1996).

A qualidade de sua madeira foi comparada à da Teca (Tectona grandis), apresentando excelente aceitação no mercado de exportação e alcançando preços iguais, a exemplo dos plantios feito na região de Ramanathapuram, na Índia (CASTRO e CIA, s.d.).

Usos da Madeira

O aproveitamento da madeira é direcionado, principalmente, para polpa de celulose. Porém, a espécie possui aptidão para produção de moirões, construção civil, (BALIEIRO et al.,2004) além de possibilitar a produção de carvão e outros produtos como MDF, aglomerados e compensados (SCHIAVO E MARTINS,2003).

Segundo NAS (1983) apud Barbosa (2002), na forma natural é muito utilizado para produção de madeira serrada e lenha devido a densidade de sua madeira. Em plantios silviculturais existem estudos que podem levar ao aproveitamento de movelaria de baixo custo (BARBOSA,2002).

Pesquisas desenvolvidas nas Filipinas mostraram a viabilidade técnica e econômica de se produzir casa de excelente qualidade a partir da madeira de Acacia mangium, mediante a sua transformação em tábuas de fibra de madeira e cimento (Wood wool cement board) que além das características mencionadas, não aquece, dissipa ruído, usa pouco cimento, e é resistente a fungos, cupins e à água (CASTRO e CIA,s.d.).

Produtos Não-Madeireiros

Como as flores da espécie são melíferas (BALIEIRO et al.,2004), o néctar extrafloral pode produzir mel por abelhas do gênero Apis (BARBOSA,2002).

A apicultura em povoamentos de Acacia mangium é uma atividade altamente lucrativa porque o néctar é produzido em nectários extraflorais existentes nas folhas e que produzem néctar durante toda época do ano, constituindo excelente pasto para as abelhas, principalmente na Ásia (Vietnam, Tailândia, Austrália) onde a espécie é cultivada em extensas áreas (CASTRO e CIA,s.d.).

Nos povoamentos da espécie também é possível a exploração de tanino, que possui boa aceitação nos mercados nacional e internacional (CASTRO e CIA,s.d.).

As folhas da acácia podem ser usadas como forragem na alimentação de animais (LEILLES et al.,1996).

Outros Usos

Segundo o INSTITUTO HÓRUS (s.d), espécie é recomendada para fins paisagísticos devido apresentar copa densa e elegante e adequada para arborização urbana e rural. A árvore vem sendo usada com muito sucesso na arborização das ruas de Manila (Filipinas) e de Bankok (Tailândia), para a remoção de poluentes atmosféricos como o enxofre e o chumbo presente nos gases provenientes dos escapamentos dos veículos. Na Malásia e Tailândia, ela é empregada na arborização de sítios, parques, rodovias e ferrovias, para embelezamento e proteção contra erosões diversas (CASTRO e CIA,s.d.).

Apresenta também grande potencial de uso em programas de reflorestamento e recuperação de áreas com solos pobres ou degradados, tais como as áreas de encostas e de mineração (SCHIAVO e MARTINS,2003).

A espécie também pode ser utilziada como quebra-ventos (BALIEIRO et al.,2004) e para sombreamento.

Vários projetos de reflorestamentos empregando a Acacia mangium têm sido estabelecidos no mundo para comércio do seqüestro de carbono na Bolsa Climática de Chicago. Estudos realizados no Vietnam mostraram que a Acacia mangium foi capaz de fixar maior quantidade de carbono atmosférico por hectare do que os eucaliptos testados, representando a possibilidade de ganhos adicionais de US$3.348,00 (US$60,00/t) por hectare reflorestado (CASTRO e CIA,s.d.).

Sementes

As sementes de acácia apresentam dormência tegumentar que representa uma dificuldade na produção de mudas em programas de reflorestamento. A dormência provoca desuniformidade entre as mudas produzidas em viveiro, além do maior tempo de exposição às condições adversas, como a ação de pássaros, insetos, doenças e a própria deterioração. Embora exótica, a acácia serve muito bem para ocupar ecossistemas degradados, especialmente aqueles com áreas pedregosas e de solos rasos ou formados por dunas de areia (CARVALHO, 1994) (SMIDERLE, 2005).

Devido à dormência causada pelo tegumento impermeável à água, considerável número de sementes de acácia pode permanecer sem germinar, durante os testes de germinação ou em sementeiras destinadas à formação de mudas (SMIDERLE,2005).

A emergência máxima de plântulas de Acacia mangium é obtida após o tratamento das sementes em água a 100°C por um minuto, sem imersão posterior em água a temperatura ambiente, por superar a dureza tegumentar desta espécie (SMIDERLE,2005).

Produção de Mudas e Enxertia

As mudas crescem, em média, 32 cm por mês (BRIENZA JR, 2003), evidenciando o crescimento inicial rápido da espécie.

Miranda e Valentim (1998), ao avaliar a capacidade de enraizamento de estacas de algumas espécies arbóreas, concluíram que a acácia não apresenta enraizamento por estaquia. BORGES JR et al. (2004) estudando a taxa de enraizamento de estacas oriundas brotações de cepas, em árvores que atingiram a maturidade de Acacia mangium, obtiveram uma pequena taxa de enraizamento de 20% em comparação com estacas oriundas de mudas.

Aspectos Silviculturais

O plantio de Acacia Mangium devidamente planejado, permite a perfeita intercalação de culturas agrícolas como o feijão, milho, arroz, soja, amendoim etc., nos dois primeiros anos. A partir do terceiro ano de plantio, a exploração da pecuária dentro da floresta é perfeitamente exeqüível, podendo criar até 2,5 cabeças por hectare. A copa ampla e densa permite o seu emprego como quebra-ventos para o cafeeiro, contra a ação dos ventos gelados do inverno (CASTRO e CIA, s.d.).

Quanto à utilização em produtos serrados e laminados, são necessários tratamentos silviculturais, que melhorem a qualidade da madeira, como a desrama. A desrama é um procedimento que aumenta o valor comercial e a qualidade da madeira (SCHNEIDER, 1999), porém, se realizada de forma inadequada, pode reduzir o crescimento, pela perda assimilatória ocasionada pela forte remoção da copa verde ou por danos bióticos causados por fungos (TONINI e VIEIRA, 2006).

De acordo com Tuomela et al. (1996) apud Tonini e Vieira (2006), em razão de a A. mangium não apresentar desrama natural eficiente e possuir tendência a formar troncos múltiplos, esse procedimento, nos estágios iniciais, é considerado uma prática de manejo necessária, visando à melhoria da qualidade da madeira e à formação de fustes longos de grandes dimensões (TUOMELA et al., 1996) (TONINI e VIEIRA, 2006). Porém, Ito e Nanis (1997), ao avaliar o efeito da desrama na incidência de podridão-do-lenho de A. mangium na Malásia, sugerem que a primeira desrama seja feita em árvores jovens, com galhos pequenos e vivos.

Crescimento e Produção

Em plantios silviculturais de excelente manejo, pode alcançar 15m de altura e 40cm de diâmetro a altura do peito (DAP) em apenas 3 anos, apresentando incremento médio anual em volume de 45m³/ha/ano (SOUZA et al., 2004).

Preço da Madeira no Mercado

Os valores não diferirem muito daqueles cobrados pela madeira serrada de eucalipto na região Sudeste do Brasil, (CASTRO & CIA, s.d.) onde tem oscilado em torno de R$527,50/m³ (INFORMATIVO CEPEA, 2006).

Referências Bibliográficas

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