Dados da Espécie

Especificações Gerais
Familia: Sapindaceae
Nome Científico: Diatenopteryx sorbifoliaRadl.
Nomes Comuns: maria preta, cansa crioulo, coentrilho, correieiro, farinha seca, farinha seca miúda, guepé, pau crioula, quepé, sapuva, sapuvão, suiquilho
Crescimento: árvore
Grupo Ecológico: oportunista
Ocorrência: floresta estacional semidecídual , floresta de araucária , floresta estacional decidual
Distribuição Geográfica: MG MS PR RS SC SP
Dispersão: anemocoria
Polinização: melitofilia
Floração: SET OUT NOV
Frutificação: NOV DEZ JAN FEV MAR

Utilização
Utilizada para: Construção
Carvão
Arborização Urbana
Paisagismo

Dados do Caule
Tipo de Copa: piramidal
Tipo de Estrutura: raízes tubulares
Densidade da Madeira: 0,65

Dados da Flor
Estrutura: cacho
Tipo: Inflorescencia
Observações: A inflorescência é uma panícula axilar de 3 a 10 cm de comprimento, com cerca de 50 flores pequenas, unissexuais e bissexuais juntas, finamente pilosas.

Dados da Folha
Estrutura: paripinada
Tipo: Composta
Forma da Folha: lanceolada
Tamanho da Folha: 6 x 10
Inserção: oposta
Consistência: foliácea
Contem: Nervação
Observações: Há de 8 a 12 folíolos, com margem serrilhada, sésseis ou curtopeciolados.

Dados do Fruto
Tipo do Fruto: sâmara
Estrutura: Seco
Cor do Fruto: marrom
Tamanho: 3,5
Periodicidade: anual
Observações: O fruto é uma sâmara dupla, bialada, elíptico alargado, avermalhado a castanho, unida na base, cada uma com 3,5 cm de comprimento por 1 cm de largura.

Dados das Sementes
Forma da Semente: asa
Cor da Semente: castanha
Tamanho: 1
Quantidade: 1
Observações: A semente é achatada e ovóide.

Técnicas em Viveiro
Beneficiamento: A coleta deve ser feita quando os frutos mudam de coloração, passando para o marrom avermelhado. A extração das sementes é feita manualmente. As sementes perdem a viabilidade aos 6 meses em sala.
Sementes por Kilo: 17690
Dormência: não
Quebra Natural: 6 meses
Quebra Câmara: 8 meses
Umidade: 0 %
Germinação: 80 % após 30 dias
Condução: pleno sol
Formação: a 30 cm em 9 meses
Tolerância: sim, 8 semanas após a germinação
Plantio: A maria preta apresenta crescimento volumétrico lento, chegando a atingir 3,75 m3/ha/ano em plantios.
Conservação: Pouco ameaçada.

Bibliografia
CARVALHO, P.E.R. Espécies florestais brasileiras. Recomendações Silviculturais, potencialidades e uso da madeira. EMBRAPA-CNPF. Brasília. 1994. 640p.

JANKOWSKY, I.P. Madeiras Brasileiras. Caxias do Sul, SPECTRUM, 1990, V.1.

ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. & POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.

LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de Identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa. Ed. Plantarum. 1992. 352p.




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