Arborização Urbana

Texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo,
Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 20/01/2006

As condições de artificialidade dos centros urbanos em relação às áreas naturais têm causado vários prejuízos à qualidade de vida dos habitantes. Sabe-se, porém que parte desses prejuízos pode ser evitado pela legislação e controle das atividades urbanas e parte amenizada pelo planejamento urbano, ampliando-se qualitativamente e quantitativamente as áreas verdes e arborização de ruas. (MILANO, 1987)

A arborização urbana e os outros elementos existentes na maioria dos centros urbanos (postes de iluminação pública, fiações, telefones públicos, placas de sinalização entre outros), convivem em desarmonia devido à ausência de planejamento tanto da arborização, quanto dos outros componentes desse espaço. Nenhum ambiente é mais alterado que o meio urbano, devido aos atuais modelos de edificações e loteamento do solo que restringem os espaços determinados às áreas verdes. Essas restrições limitam a utilização de árvores na Floresta Urbana, em relação ao seu porte e à quantidade de espécies (YAMAMOTO et all., 2004), por isso a importância de um ramo da Silvicultura que se chama Silvicultura Urbana. O objetivo da Silvicultura Urbana é o cultivo e o manejo de árvores para a contribuição atual e potencial ao bem estar fisiológico, social e econômico da sociedade urbana (COUTO, 1994). Dentre os aspectos estudados encontra-se a escolha da espécie ideal, partindo do conhecimento das características da própria espécie e do local, técnicas de plantio, manutenção e de podas.

Escolha da Espécie

Características da espécie

É muito importante a heterogeneidade de espécies na implantação de uma arborização urbana, pois além de ser uma forma de proteger, difundir e valorizar a flora brasileira, favorece a sobrevivência de animais que constituem importantes elementos do equilíbrio ecológico. (TOLEDO FILHO & PARENTE, 19)

As árvores em ambiente urbano estarão submetidas a condições distantes das que são oferecidas em ambiente natural, portanto é necessário utilizar espécies que ocorram naturalmente na região em que a árvore será plantada para que seu crescimento, adaptabilidade e desenvolvimento não sejam comprometidos.

Como a escolha da espécie a ser plantada na frente da residência é o aspecto mais importante a ser considerado, há uma série de características que devem ser avaliadas antes dela ser selecionada, como a tolerância a poluentes e a baixas condições de aeração do solo, presença de odores, tempo de crescimento e de longevidade, tamanho e cor das flores e frutos, época e duração do florescimento e frutificação, entre outros.

Ao se plantar árvores nas vias públicas ou parques e jardins deve-se evitar aquelas que produzam qualquer tipo de substância tóxica para o homem ou qualquer outro animal (ex: espatódeas e euforbiáceas). A utilização de espécies com presença de espinhos no tronco também deve ser evitada. Aconselha-se usar árvores que não possuam frutos grandes que possam amassar carros ou mesmo ferir pessoas (ex: mangueiras e sapucaias) e com maior resistência nos galhos e ramos.

Espécies resistentes a pragas e doenças são preferíveis, pois são mais adaptáveis ao ambiente urbano e não requerem a utilização de substâncias tóxicas como fungicidas e inseticidas que também podem inferir na saúde dos indivíduos.

A dimensão da copa não deve extrapolar o limite físico do local, pois as árvores não podem obstruir a passagem de pedestres. A altura da muda a ser plantada não deve ser inferior a 2 m para não interromper a circulação de pedestres e veículos.

Um fator a ser considerado é, também, o uso de espécies que reúnem características morfológicas adaptadas para combater a poluição nos grandes centros. As folhas destas árvores podem absorver gases poluentes e prender partículas sobre sua superfície, especialmente se estas forem pilosas, cerosas ou espinhosas.

Durante a escolha um fator levantado constantemente pelos moradores é quanto às árvores que sujam muito a calçada ou entopem calhas e condutor. Isso nos parece impossível de ser resolvido por seleção de espécie. Qualquer espécie arbórea tem uma grande perda de folhas, seja ela sempre verde ou caducifólia (que perde todas as folhas em determinado período), e folhas pequenas ou grandes causaram os mesmos problemas de “sujeira” ou entupimentos. A solução está na localização adequada das árvores e das casas. Se as árvores são plantadas suficientemente distantes de telhados de residências e de bueiros o efeito de entupimento será reduzido. Por outro lado, se as calçadas e pátios tivessem menos área de cimento e mais área com grama, a “sujeira” das árvores quase não existiria.

Características do local

Em relação ao local deve-se primeiramente considerar o tipo de rua a ser arborizada, pois vias comerciais, residenciais, entre outras, terão um tratamento estético distinto. Em seguida avaliar o espaço disponível, para selecionar o porte ideal da espécie a ser utilizada. Antes da escolha é necessário verificar a presença ou ausência de fiação aérea, iluminação pública, a localização da rede de drenagem pluvial e da rede de esgoto e de outros serviços urbanos, bem como a largura da calçada e afastamento mínimo nas edificações. Uma forma de obter estas informações é por meio do cadastramento e controle das ruas e praças que permitem uma correta implantação. (BATISTA, 1988)

Dependendo desse espaço, a escolha ficará vinculada ao conhecimento do porte da espécie a ser utilizada. As árvores usadas na arborização de ruas e avenidas foram classificadas em pequeno, médio e grande porte.

Comumente são indicadas árvores de pequeno porte (que atingem entre 4 e 5 metros de altura e raio da copa entre 2 e 3 metros). Porém, árvores de pequeno porte atrapalham a circulação de veículos e pedestres, pois a copa baixa restringe o espaço lateral nas vias públicas. Portanto deve-se priorizar o uso de espécies de médio (que atingem cerca de 10 metros de altura quando adultas e raio de entre 4 e 5 metros) e grande porte (aquelas cuja altura na fase adulta ultrapassa 10 metros de altura e o raio de copa é superior a 5 metros).

Em canteiros centrais, presentes em avenidas, pode-se utilizar árvores de médio a grande porte, caso este possua grandes dimensões (mais de 4 metros de largura), ou então espécies colunares, como as palmeiras. Elas apresentam forma adequada para este fim, além de servirem como referência aos condutores de automóveis. Porém não são apropriadas para uso em calçadas, seja pelo porte, na maioria das vezes grande como também pela dificuldade de manejo. Sempre que possível, deve-se utilizar espécies nativas, mas se estas não estiverem disponíveis, pode-se utilizar espécies exóticas adaptadas.

É particularmente importante considerar a altura dos veículos que transitarão pela rua uma vez que é comum as árvores de pequeno porte serem danificadas por grandes caminhões.

Se o objetivo é arborizar locais de estacionamento de veículos, deve-se utilizar espécies que proporcionem sombra, mas que não tenham frutos grandes, que possam causar danos aos veículos, folhas caducas de grande tamanho e outras características que dificultem o trânsito dos veículos.

Em locais de clima frio, deve-se levar em consideração a deciduidade (a perda ou não das folhas) das plantas, pois espécies caducifólias levam a um maior aproveitamento da radiação solar.

As árvores não devem ser plantadas em cima de encanamentos de água e esgoto evitando assim um possível entupimento destas redes pelas raízes. Para não prejudicar a sinalização e a iluminação devem ficar a uma distância de no mínimo 5 metros das placas e postes.

Plantio

A posição ideal de plantio é aquela em que permite que a árvore proporcione a incidência de raios solares no inverno e sombra no verão.

O primeiro procedimento de plantio é o coveamento. No local onde irá ser feita a cova deve haver em volta uma área permeável para infiltração de água e aeração do solo. A área deve ser de 2 m2 para árvores pequeno porte e de 3 m2 para árvores de grande porte, atentando-se a fato de restar no mínimo 0,90 m para passagem de pedestres. O entulho decorrente da quebra da calçada deve ser recolhido.

A cova deve possuir dimensões mínimas de 0,6x0,6x0,6 m e permitir que a muda fique numa posição central dentro da mesma. Quanto mais deficiente o solo em suas características físicas e químicas, maior deverá ser a cova.

Um erro constante observado é o dimensionamento da cova em função do material empregado para revestir calçadas. Peças cerâmicas ou pétreas de 0,20 x 0,20 m ou 0,30 x 0,30 m condicionam covas de iguais dimensões. Isto permite a colocação de pisos sem recortes, mas dificulta, sobremaneira, o desenvolvimento da planta. (SANTOS & TEIXEIRA, 2001)

O solo proveniente da abertura da cova apresenta-se, na maioria das vezes, alterado devido a remoção das camadas mais férteis ou soterramento das mesmas. Portanto, ao proceder o preenchimento da cova, o solo deve ser substituído por outro com melhores condições químicas e físicas, estando livre de entulho, lixo e pedras. O solo de preenchimento deve ser formado por uma parte de solo de textura argilosa, uma parte de solo de textura arenosa e uma parte de composto orgânico mineralizado.

Quanto a adubação, para uma cova com as dimensões de 60 x 60 x 60 cm, esta deve ser feita utilizando 300 g de Super Simples 5-15-10, 110 g de calcário dolomítico e 180 g de FTE (fritas). Os fertilizantes devem ser misturados de forma homogênea no solo de preenchimento.

As mudas a serem plantadas devem estar sadias. Deve-se retirar a embalagem (saco plástico, tubete) e realizar, se necessário, uma poda leve nas raízes. O solo de preenchimento deve ser colocado de modo que a muda, na região central da cova, tenha seu colo em torno de 5 cm abaixo do nível da calçada, porém permanecendo no mesmo nível da superfície do solo. O solo em volta da muda deve ser pisoteado moderadamente para firmá-lo, sem que haja compactação do mesmo.

Caso seja necessário, como em locais de muito vento por exemplo, deve-se colocar temporariamente um tutor (haste de madeira, bambu, metal ou plástico) que deve ser enterrado de 0,50 no solo e ultrapasse a altura da muda em no mínimo 0,30 m. A muda é amarrada ao tutor com uma fita de borracha, para evitar qualquer restrição ao seu crescimento.

O local da muda deve ser imediatamente irrigado com água limpa logo após o plantio em quantidade suficiente para encharcar o solo.

Manutenção

Para que as mudas não morram ou tenham seu desenvolvimento comprometido por estresse hídrico, é necessário regá-las três vezes por semana com cerca de cinco litros de água ou uma vez por semana em estação chuvosa. Elas também deverão receber pelo menos duas adubações por ano.

Não se deve colocar em nenhuma parte da árvore enfeites, luzes, cordas, lixeiras, pregos arames, entre outros que possam causar danos à saúde e ao crescimento da árvore.

Sempre que houver algum problema de ataque de pragas ou doenças procurar orientação de técnicos habilitados, que indicarão qual é o melhor procedimento a ser realizado. A prática de caiar ou pintar os troncos das árvores não impede o ataque de formigas. Esses produtos liberam componentes químicos que além de prejudica-las, são tóxicos para liquens que vivem em associação comas árvores.

Poda

Ao selecionar a espécie de porte ideal para o local, evitam-se podas desnecessárias para adaptar árvores que ultrapassam o limite físico local. Assim, é preciso conhecer previamente uma árvore saudável para definir com maior precisão a necessidade e o momento da intervenção (poda), bem como as partes a serem eliminadas. Desta forma pode-se prolongar o “Tempo de Residência” de espécies arbóreas nos vários nichos urbanos onde estão inseridas, considerando-se todos os fatores ambientais imediatos que regem o seu desenvolvimento (poluição, ação predatória, choques mecânicos, aeração do solo, etc).

Existem diferentes tipos de poda cada qual com seu objetivo. A poda, na arborização urbana, visa basicamente conferir à árvore uma forma adequada durante o seu desenvolvimento (poda de formação); eliminar ramos mortos, danificados, doentes ou praguejados (poda de limpeza); remover partes da árvore que colocam em risco a segurança das pessoas (poda de emergência); e remover partes da árvore que interferem ou causam danos incontornáveis às edificações ou aos equipamentos urbanos (poda de adequação).

A poda de formação é empregada para substituir os mecanismos naturais que inibem as brotações laterais e para conferir à árvore crescimento ereto e à copa altura que permita o livre trânsito de pedestres de veículos.

A poda de limpeza é empregada para evitar que a queda de ramos mortos coloque em risco a integridade física das pessoas e do patrimônio público e particular, bem como para impedir o emprego de agrotóxicos no meio urbano e evitar que a permanência de ramos danificados comprometa o desenvolvimento sadio das árvores.

A poda de emergência, a mais traumática para a árvore e para a vida urbana, é empregada para remover partes da árvore que colocam em risco a integridade física das pessoas e do patrimônio público ou particular.

A poda de adequação é empregada para solucionar ou amenizar conflitos entre equipamentos urbanos e a arborização. É motivada pela escolha inadequada da espécie, pela não realização da poda de formação, e principalmente por alterações do uso do solo, do subsolo e do espaço aéreo.

As podas drásticas, que removem totalmente a copa, ou ramos principais deverão ser evitadas, sendo a sua utilização permitida apenas em situações emergenciais ou quando precedida de parecer técnico de funcionário municipal autorizado.

É autorizado o corte de uma árvore apenas quando esta estiver seca, muito doente (comprometendo a saúde de outras árvores) ou oferecer problemas de segurança local (como ameaçar a cair). Também é permitido caso esta esteja bloqueando a visão da sinalização de trânsito ou houver excesso de árvores em um determinado local, tornando-o insalubre por ter pouca incidência de sol.

O corte de árvores em frente a garagens é regulamentado através de lei municipal. Algumas cidades não admitem que se localize entrada de veículos onde existe uma árvore plantada anteriormente. Outras, no entanto, não exigem uma vistoria prévia ou a locação na planta da nova construção para a aprovação da mesma. Quando a obra está pronta, autoriza-se, com esta justificativa, o corte da árvore. O ideal é que as situações sejam examinadas e estudadas alternativas para que não haja o corte da árvore.

O correto é realizar a condução da árvore desde jovem, quando tem maior capacidade de cicatrização e regeneração para que esta tenha um crescimento adequado ao local de plantio.

Ao se executar uma poda ou corte de uma árvore, há alguns fatores a serem levados em consideração, como a necessidade de isolamento da área caso seja uma via pública onde circulam pessoas e veículos. Havendo fiação elétrica na rua deve-se desligar a energia durante a realização da poda para evitar choques e acidentes. Também é necessário verificar a presença de ninhos de vespas e marimbondos.

Somente equipes autorizadas pela Prefeitura Municipal ou pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente podem efetuar podas e corte de árvores. Estas equipes devem ser treinadas e usar os equipamentos de segurança e proteção individual (EPI's). Os equipamentos e ferramentas deverão estar em boas condições de uso.

O conhecimento das características das espécies mais utilizadas na arborização de ruas, das técnicas de poda e das ferramentas corretas para a execução da poda permite que esta prática seja feita de forma a não danificar a árvore. Entretanto, a poda sempre será uma agressão à árvore. Sempre deverá ser feita de modo a facilitar a cicatrização do corte. Caso contrário, a exposição do lenho permitirá a entrada de fungos e bactérias, responsáveis pelo apodrecimento de galhos e tronco, e pelo aparecimento das conhecidas cavidades (ocos).

Legislação

Toda poda e corte de árvore no município de São Paulo necessita de autorização prévia do Poder Executivo Municipal. Extraordinariamente, nas ocasiões de emergência em que haja risco iminente para a população ou ao patrimônio tanto público como privado, será permitida a providência aos Soldados do Corpo de Bombeiro.

Pela legislação vigente, é considerado exemplar arbóreo o espécime ou espécimes vegetais lenhosos, com Diâmetro do Caule à Altura do Peito (DAP) superior a 0,05 (cinco) centímetros. DAP é o diâmetro do caule da árvore à altura média de 1,30 m (um metro e trinta centímetros) do solo.

A poda poderá ser autorizada nas seguintes circunstâncias:
• em terreno a ser edificado, quando a poda for indispensável à realização da obra;
• quando o estado fitossanitário da árvore a justificar;
• quando a árvore ou parte dela apresentar risco iminente de queda;
• nos casos em que a árvore esteja causando comprováveis danos permanentes ao patrimônio público ou privado;
• nos casos em que a árvore constitua obstáculo fisicamente incontornável ao acesso de veículos.

O Executivo Municipal está obrigado a comunicar a autorização da poda através do Diário Oficial do Município, com antecedência mínima de 10 dias.

Algumas árvores indicadas pra utilização em áreas urbanas

Nome popular Nome científico
Acácia-mimosa Acacia podalytifolia
Açoita-cavalo Luehea divaricata Mart.
Aroeira-periquita Schinus molle L.
Aroeira-vermelha Schinus terebinthifolius Raddi
Butiazeiro Butia eriospatha (Mart.) Becc.
Capororocão Rapanea parviflora (A Dc) Mez
Chal-Chal Allophyllus edulis
Coração-de-negro Poecilanthe parviflora Benth
Corticeira-do-banhado Erytrina crista-galli L.
Gerivá Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman
Goiabira Psidium guajava L.
Ingá-feijão Ingá marginata
Ipê-amarelo-paulista Tabebuia chrysotricha (Mart. Ex DC.) Standl.
Ipê-roxo Tabebuia avellanedae Lor. Ex Griseb.
Jaboticabeira Myrciaria trunciflora Berg
Jaborandi Pilocarpus pennatifolius Lem.
Mulungú Erythrina falcata
Paineira Chorisia speciosa St. Hill.
Palmito Euterpe edulis Mart.
Pata-de-vaca Bauhinia candicans Benth.
Pinheiro Araucária angustifolia Kuntze
Pitangueira Eugenia uniflora L.
Podocarpus Podocarpus lambertii Klotzsch
Salseiro Salyx humbolditiana Wild.
Sina-sina Parkinsonia aculeata L.
Timbaúva Enterolobium contortisilicum (Vell.) Morong.
Uva-do-japão Hovenia dulcis

Espécies indicadas para a redução da poluição

Pequeno porte com folhagem permanente

Nome popular Nome científico
Araçá Psidium Cattleianum
Chal-chal

Allophyllus edulis

Chuva-de-ouro

Cassia multijuga

Quaresmeira

Tibouchina granulosa

Quaresmeira

Tibouchina sellowiana

Meio porte com folhagem semi-caduca

Nome popular Nome científico
Cocão Erythroxylum argentinum
Goiabeira-da-serra Brittoa guazumifolia
Guarbiroba-de-folha-miúda Campomanesia rhombea
Manacá-da-serra Tibouchina mutabilis
Tarumã-preta Vitex montevidensis

Médio porte com folhagem permanente

Nome popular Nome científico
Goiabeira Psidium guajava
Alecrim Holocalix glaziovii

Grande porte com folhagem semi-caduca

Nome popular Nome científico
Guabiroba Campomanesia xanthocarpa
Camboatá-vermelho Cupania vernalis
Maria-preta Diospyrus inconstans
Camboatá-branco Matayba ealeagnoides

Grande porte com folhagem permanente

Nome popular Nome científico
Guajuvira Patagonula americana
Aguaí Pouteria gardneriana
Aguaí-folha-de-salsa Pouteria salicifolia
Catiguá Trichilia clauseni
Açoita-cavalo Luehea divaricata
Louro-preto Chordia ecalyculata
Louro Chordia trychotoma
Caroba Jacaranda micrantha

Espécies indicadas para estacionamento

Nome popular Nome científico
Açoita-cavalo Luehea divaricata
Aleluia

Senna multijug

Angelim-bravo Lonchocarpus campstris
Angico-vermelho Parapiptadenia rigida
Aroeira-priquita Schinus molle
Bartimão Cassia leptophylla
Camboatá-vermelho Cupania vernalis
Canafístula Peltophorum dubium
Canela-amarela Nectranda rigida
Canela-do-brejo Machaerium stipitatum
Canela-ferrugem Nectranda rigida
Capororoca Rapanea umbellata
Carne-de-vaca Styrax leprosus
Carvalho-brasileiro Roupala brasiliensis
Catiguá Trichilia clausenii
Cedro Cedrella fissilis
Corticeira-da-serra Erytrhrina falcata
Grápia Apuleia leiocarpa
Guajuvira Pataonula americana
Ingá-feijão Inga marginata
Ingá-macaco Inga sessilis
Ingazeiro Lonchocarpus sericeus
Marmeleiro-do-mato Ruprechtia laxiflora
Pau-brasil Caesalpinia echinata
Coração-de-negro Poecilanthe parviflora
Quaresmeira Tibouchina granulosa
Rabo-de-bugio Lonchocarpus muehlbergianus
Sibipiruna Caesalpinia peltophoroides
Timbó Ateleia glazioveana

Palmeiras para uso em calçadas e/ou canteiros centrais

Nome popular Nome científico
Butiazeiro Butia capiata
Buriti-palito Trithrinax brasiliensis
Cariota Caryota urens
Gerivá Syagrus romanzoffiana
Neodipsis Dypsis decary
Palmeira-cabeluda Trachycarpus fortunei
Palmeira-da-califórnia Washingtonia robusta
Palmeira-da-califórnia Washingtonia filifera
Palmeira-imperial Roystonea oleracea
Palmiteiro Euterpe edulis
Robeline Phoenix roebelinii
Sabal Sabal palmetto
Tamareira-das-cancanárias Phoenix canariensis
Tamareira Phoenix dactylifera

Bibliografia

BATISTA,J.L.F. Apontamentos de silvicultura urbana. Piracicaba: ESALQ/DCF, 1988. 36p.

COUTO, H.T.Z. Métodos de amostragem para avaliação de árvores de ruas. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARBORIZAÇÃO URBANA, 2, 1994, São Luis. Anais... São Luis/MA: SBAU, 1994. p.169-179.

MILANO,M.S. O planejamento da arborização, as necessidades de manejo e tratamentos culturais das árvores de ruas de Curitiba,PR. Floresta, v.17, n.1/2, p.15-21, jun./dez.1987

SANTOS,N.R.Z.;TEIXEIRA,I.F. Arborização de Vias Públicas: ambiente x Vegetação. Porto Alegre– RS: Instituto Souza Cruz, 2001 135p.

Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Ribeirão Preto/SP A poda na arborização urbana Disponível em: http://www.eletropaulo.com.br/frameset_home.cfm?conteudo_id=544

Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) e a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras (SMS) Manual Técnico de Poda Disponível em: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/
eixo_biodiversidade/arborizacao_urbana/0002

TOLEDO,D.V.; PARENTE,P.R. Arborização urbana com essências nativas. Boletim Técnico do Instituto Florestal, v.42, p.19-31, mai.1988

YAMAMOTO, M.A.;SCHIMIDT, R.O.L;COUTO,H.T.Z. do;SILVA FILHO,D.F. da Árvores Urbanas Piracicaba 2004 Disponível em http://lmq.esalq.usp.br/~dfsilva/arvores_urbanas.pdf




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