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Um dos pioneiros da silvicultura brasileira,
Dr. Rensi completa 95 anos
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A história de Dr. Antônio Sebastião Rensi Coelho, engenheiro agrônomo e pioneiro da silvicultura brasileira, se mistura à história do IPEF - Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais - e ao desenvolvimento do setor.
Formado pela Esalq/USP, ele acaba de completar 95 anos de vida. Foi um dos grandes responsáveis pelo crescimento da silvicultura no país e é reconhecido pelo seu conhecimento técnico e contribuição no meio florestal.
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Quando a silvicultura ainda engatinhava no Brasil, a contribuição de Dr. Rensi, como parte da empresa Duratex, foi fundamental para o crescimento do setor. A união entre meio acadêmico e iniciativa privada proporcionou ao setor uma grande guinada, que começou na década de 1960.
E foi este trabalho conjunto que possibilitou a criação do IPEF. O Dr. Rensi fez parte do instituto desde seu início, estando presente na reunião para
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discutir as bases da formação do IPEF, em 23 de novembro de 1967. Ele ocupou a posição de presidente do Instituto em 1971,1974 e em 1979 e hoje é patrono do Programa de Preparação de Gestores Florestais do Instituto, o PPGF.
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Academia e setor produtivo trabalhando juntos
Dr. Rensi é parte do grupo que proporcionou à silvicultura no Brasil ser o que é hoje. Ao lado do Dr. Helládio do Amaral Mello e do Dr. Ronaldo Algodoal Guedes Pereira, foi fundamental para toda a história do IPEF. Enquanto o professor Helládio atuava com todo o seu conhecimento e pesquisas científicas do
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meio acadêmico, tendo o Prof. Ronaldo como assistente, o Dr. Rensi (pela Duratex) e o Dr. Asdrubal Alves (pela Champion) agregavam com a visão das necessidades para o desenvolvimento do setor do lado dos profissionais das empresas.
Entre suas grandes contribuições para o setor está o salto da produção de eucalipto no país. Um grupo de pessoas, incluindo o Dr. Rensi e o Dr. Ronaldo Pereira, trouxeram de fora do país um material genético de eucalipto de qualidade e o produziam em grande quantidade. Esse material foi colocado à disposição do IPEF, que colheu e vendeu essas sementes. Outra participação importante para o setor foi o fato de o Dr. Rensi manter a Duratex por mais de 20 anos com 70% a 80% de madeira de fomento.
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Ele esteve envolvido no nível em que chegou o departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP e na construção da reputação e importância do IPEF para o setor. Outro detalhe importante é que, na Duratex, ele atuava mesclando os papéis de diretor, professor, educador e orientador.
O atual diretor do IPEF, Robinson Cannaval Jr., reconhece o legado do Dr. Rensi: “Por sua relevância para o setor florestal brasileiro e para o IPEF, gostaríamos de deixar registrada nossa profunda admiração e também nossos agradecimentos por toda a contribuição à silvicultura brasileira”.
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